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Startups: entenda o significado e como funcionam

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Startups: entenda o significado e como funcionam

Em poucas palavras, startups são empresas novas que oferecem produtos inovadores, geralmente ligados a soluções tecnológicas para atender alguma necessidade de mercado. 

Apesar dos riscos, as startups que dão certo tornam-se referência no mercado e podem atingir patamares globais. Saiba mais sobre essas empresas, suas peculiaridades, os tipos de startups e as que mais se destacam no país a seguir. 

Como funcionam as startups?

Pode parecer um termo novo, mas as startups surgiram na década de 70 e se popularizaram na década de 90, com a expansão da internet e do Vale do Silício, na Califórnia. O termo é usado para empresas que ainda estão na fase inicial, que possuem uma ideia inovadora, de algo que ainda não existe e que pode não decolar. 

Isso significa que são empreendimentos que envolvem grande potencial e grandes riscos, o que as torna um desafio, tanto para quem empreende, quanto para quem investe nessas empresas. 

Não há um produto ou serviço específico que classifica as startups, mas todas possuem uma coisa em comum: a tecnologia. Não importa em qual área a empresa atue, mas é essencial usar da inovação e das novas tecnologias para criar produtos ou serviços novos, ou oferecer uma nova forma de resolver um antigo problema. 

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O que difere uma startup de uma empresa comum?

Já falamos sobre algumas das diferenças entre startups e empresas comuns, como o foco em inovação e tecnologia. Elas também estão na fase inicial, sendo compostas por uma equipe bem reduzida. 

Mas o ponto mais forte de diferença é o modo como eles gerem a empresa. Ao contrário de empresas mais consolidadas que evoluem lentamente, o foco de uma startup é a agilidade. Esse modelo de empresa assume mais riscos e tem processos internos acelerados para que o projeto seja implementado em pouco tempo. 

Isso permite que elas errem, se organizem e tentem de novo em uma velocidade muito mais rápida que as outras empresas. Isso permite estabelecer uma relação mais próxima com os clientes e os deixam mais propensos a encarar os fracassos com naturalidade. 

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Quais são os tipos de startups?

Assim como as outras empresas, as startups podem ser classificadas em três categorias, a partir do consumidor que elas atingem: 

  • B2B (business to business ou de negócio para negócio): empresas que prestam serviços para outras empresas e não para o consumidor final, como a Loggi; 
  • B2C (business to consumer ou de negócio para consumidor): empresas que vendem diretamente para o consumidor final, como a 99; 
  • B2B2C (business to business to consumer ou de negócio para negócio para consumidor): é quando uma ou mais empresas estabelecem um vínculo entre si para atender o consumidor final, como o pagseguro. 
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Exemplos de startups no Brasil

É comum que muitas pessoas pensem que apenas as startups estrangeiras conseguem se destacar no mercado. Mas muitas empresas daqui conseguem se destacar, ganhar investimento e até oferecer seus produtos e serviços em outros países. 

Quando uma startup nacional tem o seu valor de mercado superior a 1 bilhão de dólares, ela passa a ser chamada de unicórnio. Em 2021, tivemos onze empresas que alcançaram esse feito: 

  • MadeiraMadeira: empresa curitibana focada na venda de móveis e artigos para o lar via e-commerce e que virou unicórnio nos primeiros dias de janeiro de 2021. 
  • Hotmart: uma das principais plataformas de educação à distância do Brasil que permite a venda de e-books, videoaulas e outros conteúdos digitais. 
  • Mercado Bitcoin: já falamos muito aqui sobre a importância do mercado de bitcoins. Pois essa é a primeira startup da América latina em câmbio de criptomoedas a se tornar um unicórnio. 
  • Unico: empresa que oferece soluções de reconhecimento facial e admissão digital, que é a contratação de funcionários via online. 
  • Nuvemshop: uma plataforma de e-commerce paulista que oferece diversas vantagens para as empresas, como rastreio de encomendas e lista de fornecedores. 
  • Frete.com: a empresa já nasceu unicórnio com a união de três outras (uma plataforma de frete rodoviário, um “Uber dos caminhoneiros” e uma fintech de transações de pagamento e crédito para fretes). 
  • Cloudwalk: empresa com foco em tecnologias de pagamento com recursos de inteligência artificial, computação em nuvem e blockchain.
  • Daki: startup de delivery de mercado que promete a encomenda em até 15 minutos com modelo de dark stores, lojas sem vitrine que servem apenas para delivery. 
  • Merama: startup de comércio eletrônico com foco em acelerar o crescimento e o lucro das empresas oferecendo conhecimento estratégico e funcional. 
  • Olist: empresa paraense de soluções de e-commerce para lojistas de todos os tamanhos venderem em marketplaces como Magazine Luiza, Mercado Livre e Amazon. 
  • Facily: a última do ano a entrar na lista, a plataforma de social commerce permite realizar compras em grupo para produtos de mercado. Assim, é possível pagar mais barato pelos itens em relação aos grandes mercados.

Já tinha ouvido falar dessas startups? Conta para a gente nos comentários!

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