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O mundo mudou e nunca mais será o mesmo!

mundo mudou e nunca mais será o mesmo
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O mundo mudou e nunca mais será o mesmo!

O mundo mudou e meu convite é para que você se questionar: qual é o seu papel agora? E, se ainda não ficou claro, então prepare-se porque chegou a hora das transformações. O momento pós-pandemia pode gerar dúvidas, mas é preciso pensar em como sobreviver.

mundo mudou e nunca mais será o mesmo

Primeiro, vamos parar um momento e sacar, de uma vez por todas, que a normalidade que vamos encontrar no período pós-pandemia, não é mais a mesma que deixamos quando esse processo começou. Afinal, ninguém precisa ser futurista ou ter bola de cristal para entender que algumas das mudanças que estão acontecendo já tinham começado. O trabalho remoto, o ensino a distância, os consumidores cobrarem mais responsabilidades sustentáveis da empresas. Tudo isso já estava rolando, mas a pandemia fez se acelerar e se intensificar. 

Antes de mais nada, para que você crie coragem e saia do armário, está na hora de explorar algumas das tendências que são o futuro do trabalho e vão continuar independentemente de pandemia.

O primeiro item (e já falamos sobre isso há algum tempo), é a cultura .co (clique e leia o post sobre o assunto).

No cenário de incertezas vivemos, sem saber o que vai acontecer na semana que vem, os empresários e empreendedores têm que apostar na transparência tanto com colaboradores, fornecedores ou clientes. A partir daí, é possível desenvolver uma estratégia para sair da crise, isso é um pouco do exemplo da cultura de colaboração. 

Além disso, é importante ressaltar que a empatia não é só se colocar no lugar do outro. Mais do que isso: buscar entender o porquê das pessoas estarem agindo daquela forma, se sentindo de um jeito e como estão guiando suas ações. Por isso, a prática dessa iniciativa muda até mesmo a forma como a gente se comunica. Viu como pode ser bom que a gente saia do armário!?

O cenário da cultura .co não está restrito a situação de trabalho.

Vale também para a nossa vida pessoal. A gente vem discutindo muito sobre a nova constituição familiar e a importância que cada um de nós tem na configuração de alicerces que permitam que essas crianças – que são o nosso futuro, já tenham isso na veia. É importante que elas possam, ao longo da vida, não perder a empatia. 

E quando temos empatia aliada a transparência, conseguimos entender qual é a nossa rede. Colocar os pontos de desafio, fortaleza e potencialidades. O nosso próximo passo tem 100% de ligação com esse assunto. 

Repensar a lógica de consumo.

Atualmente, nosso consumo é compartilhado. Ou seja, acabou essa história de manter alguma coisa só sua, sendo que você não vai usar 100%. Mais ainda: aquele comportamento de comprar sem parar está demodê (fora de moda). Isso se intensifica cada vez mais e deve se manter. 

Por isso, as empresas precisam pensar muito mais. O quê antes era a venda por insistência, perdeu o sentido. Cada vez mais as empresas devem estar ligadas em qual é o valor que a companhia oferece para o consumidor. Que tipo de transformação na vida será feita e consumida naquele momento? Qual é o impacto no dia a dia? 

Outro ponto importante é a lógica de reconfiguração de espaço no trabalho.

Isso demorou para acontecer. Estou nesse mercado há 6 anos, mas tem pelo menos 9, que avalio sobre a reestruturação do espaço de trabalho, de formatar para que não existam salas fechadas, com posições na horizontal e que ninguém tenha uma mesa específica. 

Ainda mais além: com uma quantidade de estação de trabalho que não é suficiente para todos os funcionários ao mesmo tempo. Exatamente porque eu já pensava em um estilo de home office. Agora, finalmente, as empresas perceberam que, talvez, não seja necessário ter um grande investimento em um espaço que aglomere as pessoas, além da cobrança de bater ponto com o controle super rígido e verticalizado.

A lógica de produção mudou. Algumas companhias, inclusive, aquelas que precisam das pessoas entrando e saindo no mesmo horário, vão ter que repensar a sua lógica para não ter espaços de aglomeração. E nesse aspecto, o nicho de coworking, principalmente, vai ter que repensar o negócio.  

No trabalho remoto, por exemplo, não adianta achar que é só colocar o computador e mandar o cara pra casa que tudo vai funcionar. Existem lógicas para o trabalho desenvolver. Ou seja, ferramentas, dicas básicas para manter a produtividade, a comunicação e para não perder o relacionamento com as pessoas

Vamos falar um pouco sobre a reconfiguração dos espaços de varejo.

Volta ao tempo agora: vocês se lembram do tempo que tinha na TV aquele negócio de comprar pela TV? Pois é. Mas agora a onda é comprar pelos serviços de streaming. Isso tudo porque as lojas de varejo estão conseguindo passar por um processo de reinvenção para entender como fazer essa experiência online e de ter experiências com a marca. 

Isso é muito mais do que você ir lá simplesmente para poder fazer uma transação comercial. É a reconfiguração do varejo para entender o que é on e offline. Afinal, a experiência passa a ser mais completa, em um caminho sem volta, cada vez mais acelerado. 

Por último, mas não menos importante, precisamos pensar sobre a lógica da educação, que exige desafios e força para manter o engajamento. São lançadas tecnologias novas todos os dias e é necessário estar aberto para absorver esse novo conhecimento e se adequar rapidamente.  

Portanto, para finalizar, espero que você esteja pensando no momento pós-pandemia. Lembre-se que o mundo ainda não acabou e que a realidade que a gente vai encontrar é outra. Prepare-se e saia do armário!

Sobre a autora

Juliana Guimarães é paulistana de coração e brasiliense de carteirinha, participou ativamente do processo de aceleração do movimento empreendedor no nosso quadradinho. Especialista em transformar ideias em negócios viáveis, é co-fundadora do 55Lab.co, o qual nasceu como 4Legal, o primeiro coworking de Brasília, responsável pela tração do ecossistema empreendedor na região.

Além disso, contribui para o artigo: Suênia Dantas.

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