empreendedorismo feminino duas mulheres trabalhando juntas no computador

Empreendedorismo Feminino: Empresas Que Transformam

Em tempos de pandemia, da discussão fervorosa de assuntos polêmicos, o empreendedorismo feminino é uma realidade, muito além das controvérsias.

A força da mulher no mercado de trabalho é comprovada por dados do Sebrae e pelo cotidiano de quem está inserido no mundo dos negócios. Agora me acompanha aqui para entender a importância do empreendedorismo feminino e qual o seu impacto na economia. 

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Panorama geral sobre o empreendedorismo feminino no Brasil

O Brasil tem a 7ª maior proporção de mulheres entre os empreendedores iniciais no mundo, segundo dados de 2018 do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), que avalia o comportamento de variáveis relacionadas ao empreendedorismo no Brasil.  

Outro dado muito importante sobre o empreendedorismo feminino no Brasil é o aumento da proporção de mulheres empreendedoras que também são “chefes de domicílio” de 38 para 45% nos últimos anos. 

Análises do Sebrae, feitas em 2019, também apontam que 9,3 milhões de mulheres estão à frente de uma atividade empresarial no país, o que representa 34% de todos os negócios do Brasil.

Mas um dado alarmante e muito real diz respeito às diferenças de gênero que ainda existem: as mulheres empreendedoras são mais jovens e possuem um nível de escolaridade 16% maior que o dos homens, porém, continuam ganhando 22% a menos que os empresários do gênero masculino. 

Outra distinção que afeta os negócios gerenciados por mulheres é o acesso a crédito e linhas de financiamento: o valor médio de acesso a empréstimos feito por empresárias é de R$ 13 mil a menos do que a média liberada para homens.

Como agravante, mesmo com uma inadimplência mais baixa (3,7% para mulheres e 4,2% para homens), as taxas de juros cobradas de empresárias é 3,5% maior do que de empresários.

Por que é fundamental estimular o empreendedorismo feminino?

Outros dados analisados pelo Sebrae mostram que 96,3% das empreendedoras têm apenas um trabalho.

Além disso, 75% das empresárias está a 2 ou mais anos no mesmo trabalho. Por fim, saiba que 81% das “donas de negócio” não têm sócios. 

Então, qual a importância do empreendedorismo feminino? Porque os dados mostram que as mulheres que se aventuraram no mundo dos negócios, investem seu tempo e se dedicam para atingir o sucesso, por vezes, sem contar com o apoio de sócios, com quem possam compartilhar inseguranças e decisões, e ainda encerram a rotina sendo chefes de família.

São mulheres com dupla, tripla jornada de trabalho e que ainda geram empregos e fazem a economia girar.

Por isso, estimular o empreendedorismo feminino é proporcionar liberdade financeira para muitas chefes de família, é compreender que a engrenagem maior, chamada economia, precisa de pessoas como essas empresárias, que dedicam o seu tempo e têm o sucesso como a única meta possível.

Os desafios que mulheres empreendedoras enfrentam

Os dados estão claros de que há distinções entre aqueles que se dedicam a uma atividade empresarial quando são homens ou mulheres, mas fica o questionamento: quais os desafios do empreendedorismo feminino? Resumidamente seria a dupla jornada, o preconceito e a insegurança. Acompanhe a reflexão a seguir para compreender o cenário.

Muitas empresárias são também as chefes de família, as responsáveis por, depois de um dia intenso de trabalho, chegar em casa e trabalhar mais um pouco, seja para o próprio negócio, seja pelos afazeres domésticos (limpeza, organização da casa, preparação das refeições, rotina com os filhos, entre tantas outras atividades).

Não é difícil imaginar o quanto é puxado manter uma rotina e a sanidade mental em meio a tantas responsabilidades, certo?

Junto a isso ainda há o preconceito presente no dia a dia, na hora de negociar ou tomar decisões, por exemplo. Além disso, há o descrédito que a sociedade ainda carrega quando uma mulher está no poder, seja ele velado ou explícito.

Tudo isso culmina em uma empreendedora que precisa lidar com as próprias inseguranças. Em algumas ocasiões, a falta de um sócio ou sócia com quem possa dividir as decisões, discutir rumos da empresa, compartilhar as dúvidas torna-se também um fardo.

Estes são apenas alguns dos desafios mais comuns no mundo do empreendedorismo feminino.

O 55Lab.Club é um ambiente favorável para a empresária que procura ter sucesso, mas quer contar com a um mundo.CO a seu favor.

É o ambiente que promove a troca, a cooperação, o compartilhar de experiências e de expertise. O 55Lab.Club é apoiador do empreendedorismo feminino.

Mulheres empreendedoras de sucesso

Em meio a todas as adversidades, algumas mulheres se destacaram no cenário brasileiro, mostrando o quanto são capazes e como é possível encontrar um negócio para chamar de seu. Veja algumas delas e aproveite as história inspiradoras!

Luiza Helena Trajano – Magazine Luiza

O nome da rede de lojas já é bem conhecido do brasileiro. Luiza Helena começou a trabalhar na loja da tia, Luiza Trajano, com 12 anos de idade. Passou por diversos setores e, na fase adulta, assumiu a gestão completa da rede de lojas que teve início em Franca e hoje atua por todo o Brasil.

Luiza Helena, com sua dedicação e ousadia, colocou o varejo em destaque no cenário nacional na última década e fez dela uma das lideranças do Grupo de Mulheres do Brasil, formado por 50 mulheres que atuam em diferentes segmentos da economia com o objetivo de melhorar o país.

Chieko Aoki – Blue Tree Hotels

Em 2013, a revista Forbes nomeou a japonesa naturalizada brasileira, Chieko Aoki, como a segunda mulher de negócios mais poderosa do Brasil.

Com formação em Direito, Administração e Administração Hoteleira, depois de anos de experiência na área de hospedagem, em 1997 lança a marca Blue Tree Hotels. O sucesso de sua rede é tanto que hoje é conhecida como a Dama da Hotelaria. 

Heloísa Helena Assis (Zica Assis) – Instituto Beleza Natural

O desejo de encontrar uma fórmula que atendesse as necessidades do próprio cabelo foi o maior motivador para Heloísa Helena Assis, ou Zica Assis como é conhecida, para a criação da cadeia de salões Beleza Natural.

Fundado em 1993, o foco do Beleza Natural são consumidoras da classe C, oferecendo produtos e serviços inovadores e exclusivos para cabelos crespos e ondulados. Nada melhor que uma dona de negócio que fez da sua necessidade uma empresa e hoje possui 25 institutos de beleza e 50 produtos de fabricação própria.

Qual é o futuro do empreendedorismo feminino?

O empreendedorismo feminino conta com a colaboração da sociedade para ser ainda mais forte. O que os exemplos de sucesso mostram é que, quando empresárias se envolvem, dar errado não é uma opção.

Elas galgam um caminho árduo para serem reconhecidas, mas possuem ideias genuínas e relevantes para a sociedade como um todo.

Seja pela necessidade de empoderamento ou independência financeira, os negócios criados por empreendedoras, geralmente, estão ligados às necessidades do público feminino.

Por isso, criam uma relação natural de cooperação e compreensão com seus consumidores.

O empreendedorismo feminino tende a ter um futuro com inovações em setores antes dominados por homens.

O termo sororidade, tão em alta neste início de década, faz mais sentido ainda no empreendedorismo feminino, pois é dele que muitos novos negócios têm surgido e ainda irão surgir. 

Venha para o 55Lab.Club e faça parte dessa rede de empreendedores! 

Conclusão

O empreendedorismo feminino mostra dados compatíveis com a sociedade brasileira, em que o caminho percorrido pelas mulheres é sinuoso, cheio de obstáculos e intempéries, mas aquelas que persistiram, serviram de exemplo para impulsionar outras empresárias e o surgimento de novas ideias.

A sororidade é praticada e incentivada pelo 55Lab.Club a fim de atuar diretamente no empreendedorismo feminino. E para aquelas mulheres que foram tiradas de sua zona de conforto pela pandemia ou qualquer outra adversidade, a Imersão Tapa Na Cara é a sua chance de entrar no empreendedorismo de vez!

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